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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Resenha: Lonely Hearts Club, Elizabeth Eulberg

Lonely Hearts Club - porque ninguém precisa de um namorado para ser feliz, Elizabeth Eulberg

Skoob

Dados:
Editora: Intrínseca
Páginas: 238
ISBN: 9788580570496
Ano: 2011

Sinopse: Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. 

Meu exemplar de "Lonely hearts club" *.*
Resenha: Quer saber?! Dá vontade de nunca mais ter namorado (tá bom, nunca tive, mas dá pra sonhar um pouco né?!). Que livro sensacional! Esse, é um daqueles que você em lê em poucas horas, lindo, e muito engraçado, leitura boa!

Penny Lane Bloom é a garota que me deixa orgulhosa! Nate foi idiota com ela, sabe aquele garoto que você pensa que poderá mover o céu e a Terra por ti, mas na verdade não passa de um cafajeste! Depois dessa desilusão, Penny cria o "LONELY HEARTS CLUB" ou "CLUBE DO CORAÇÃO SOLITÁRIO", show né?! 

E quem são os únicos caras que NUNCA te decepcionaram: The Beatles! Eu amo os quatro, mesmo mesmo mesmo! Lenny se torna uma verdadeira "pregadora" do ser feliz sozinha. Só que...
"_Eu não devia ter me envolvido com você. O que eu posso dizer? Estava entediado, e era muito mais fácil ceder à sua fantasia que lutar contra ela. E, admito, você tem esse lindo jeitinho suburbano a seu favor. Mas eu nunca tinha pensado que no final você ia ser só um aborrecimento.

Fiquei enjoada. Lágrimas começaram a rolar por meu rosto.

_ Ah, por favor. - Nate se sentou e me abraçou. - Grite mais um pouco comigo e vai se sentir melhor. Então poderemos superar isso." Nate burro, odeio.
E o grupo é formado por: Tracy, a grande e melhor amiga de Penny, que sonha e fantasia com todos os garotos da McKinley, e Diane, sua ex-melhor amiga, que tinha deixado de tudo por causa de um cara, o Ryan. No começo, são apenas 3, mas depois, sabemos que será quase toda a escola!

Além desse livro ter uma leitura bem juvenil, e de fácil entendimento, ele ensina sim, vários valores para nós garotas! COME ON GIRLS!  

O que mais falar?! LEIAM! Essa é quase uma leitura obrigatória, a capa é linda, o livro é perfeito, a diagramação então.. 


E hoje, é meu aniversário, aweee! Mas vocês que vào ganhar, amanhã tem promo dupla, VIVA!


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Resenha: Um Dia, David Nicholls

Um Dia, David Nicholls

Skoob

Dados: 
Editora: Intrínseca 
Páginas: 416
Ano: 2011
ISBN: 9788580570960

Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho.


Meu exemplar (= "Um dia" David Nicholls
Resenha: Quando comprei o livro, pensei que iria chorar de tanta emoção. Quando o recebi fiquei mais que feliz e saltitante, mas quando o li...

Dex e Em são um caso a parte dos romances fictícios, eles se conhecem durante a formatura da Universidade, e passam "uma noite juntos" que se resume a ficarem deitados e conversarem praticamente sobre tudo.

Emma é uma jovem que tem o sonho de ser escritora, ser independente, ela é linda, mas como sempre, não sabe disso, rs. E claro: Há tempos é apaixonada por Dexter. Já Dex é um cara rico, lindo e festeiro. Conquista todas e tem todas na mão. Menos Emma. Dex ainda não sabe o que fazer depois da Universidade, então decide ir buscar "seu lado espiritual" na Índia.

Ao longo de 20 anos, a estória é contada em apenas um dia de cada capítulo. A cada 15 de julho, o autor descreve como foi o dia deles. E foi exatamente isso que eu não consegui suportar no livro. A cada capítulo eu me via fora da tomada, por não saber exatamente o que pensar, nem como ler sem se perder. Narrar apenas um dia do ano é difícil, e ler é ainda pior. Narrar e ler um dia apenas do ano, e encaixar isso no enredo é ainda mais difícil.

Mas, não me desanimei, devorei o livro. Não consegui esperar, e chorei muito, muito mas muito mesmo. Dex é o típico bobão, crianção, tongão, tudo ão ão ão. Juro pra vocês que se eu conseguisse entrar no livro, entraria com uma cinta nas mãos e faria o Dexter tomar juízo, porque olha... Emma, caramba, amei ela. Claro às vezes a achei meia burrinha (clichê típico), mas gostei muito mesmo dela!

Dex e Em são assim. Pessoas, como eu e você. Como Em e Dex.

Quem gosta de romances complicados, não pode perder de ler esse livro. Eu estava mega ansiosa, mas esperava mais do livro. Claro, eu ainda amo os doi (Em&Dex), mas tem algumas coisas que ainda não posso suportar no livro. A capa é sem comentários, e toda a arte do livro é sensacional! O final, gente: Me conte se você não é um Ser capaz de chorar com um final daqueles! Enfim, são 20 anos juntos e separados, acima de tudo, muita amizade... Mas também muito amor. Não tenho como escrever muitas notas sobre o livro, você lendo a sinopse já sabe o que vai acontecer.

Em e Dex, Dex e Em.

Acho que a frase que eu nunca mais vou esquecer, e sempre que posso, recito, será essa: 
"Você é linda, sua velha rabugenta, e se eu pudesse te dar um só presente para o resto da sua vida seria este. Confiança. Seria o presente da Confiança. Ou isso ou uma vela perfumada." pág. 51
Hmm.. Claro, quer chorar mais?! Assista ao filme. Claro, tem partes, que para quem leu o livro, fica indignado pelo roteiro sair tanto assim do eixo, mas fazer o que. Segue abaixo algumas imagens Gif pra vocês.
Essa é a cena da imagem da capa *-*
Ao final dos 20 anos...
Dex e Em, Em e Dex. Ao longo dos 20 anos.
Dex e Em, Em e Dex.
Vinte anos.
Duas pessoas. 
Um dia.

domingo, 26 de agosto de 2012

Resenha: O Hipnotista, Lars Kepler

O Hipnotista - Lars Kepler

Skoob - Book Trailer

Editora: Intrínseca
Ano: 2011
Páginas: 477
ISBN: 9788580570915
Edição: 1


Sinopse: O massacre de uma família nos arredores de Estocolmo abala a polícia sueca. Os homicídios chamam a atenção do detetive Joona Linna, que exige investigar os assassinatos. O criminoso ainda está foragido, e há somente uma testemunha: o filho de 15 anos, que sobreviveu ao ataque. Quem cometeu os crimes o queria morto: ele recebeu mais de cem facadas e está em estado de choque. Desesperado por informações, Linna só vê uma saída: hipnose. Ele convence o Dr. Erik Maria Bark – especialista em pacientes psicologicamente traumatizados – a hipnotizar o garoto, na esperança de descobrir o assassino através das memórias da vítima. É o tipo de trabalho que Bark jurara nunca mais fazer: eticamente questionável e psicologicamente danoso. Quando ele quebra a promessa e hipnotiza o garoto, uma longa e aterrorizante sequência de acontecimentos tem início.



Enganam-se quem pensa que O Hipnotista é só mais um thriller policial, a sua história, descrições e personagens são densos, nada é suavizado. O impacto começa logo no prólogo e dali em diante só piora... ou melhora.

O detetive Joona Linna acaba se interessando pelo caso do homicídio de uma família na cidade de Estocolmo, Suíça. Certo de que a filha mais velha do casal está correndo perigo e de que pode salvá-la e prender o assassino, ele pede ajuda ao Dr. Erik Maria Bark para interrogar Josef Ek, um garoto de 15 anos, a única testemunha do homicídio da sua família, que está gravemente ferido. Mas o Dr. Bark não esperava como seria esse interrogatório.

Há 10 anos, o Dr. Bark prometeu que nunca mais usaria a hipnose. Esse período da sua vida (com o motivo de sua promessa) nos é apresentado em certo momento no livro, tendo uma forma de narrativa diferente da “principal”.

Relutantemente, o Dr. Bark aceita hipnotizar Josef e, com isso, desenterrando os fantasmas do seu passado. Agora toda a sua família está sofrendo com as consequências, principalmente o seu filho, Benjamin, que sofre com a doença de von Willebrand. Para salvar a sua vida, Erik e Joona precisam resolver mais este mistério, contando, de certa forma, com a ajuda da esposa de Erik, Simone e de seu pai, Kennet.

O caso de Josef Ek é somente o pano de fundo para o encontro de Joona e Erik e o pretexto da hipnose, pois a história passa a se centrar mais no passado de Erik e em sua família.

Algo que me incomodou no início da leitura foi a forma de narrativa, parecia um roteiro dizendo o que os personagens deveriam fazer no momento, demorei a me acostumar. Um exemplo:

“Erik vai ao banheiro, tranca a porta, lava e enxuga o rosto. Pega o telefone e liga para Simone...”

A edição não tem nada de especial, mas é muito bonita, gostei do conjunto de cores vermelho e branco. Durante a leitura estava intrigada sobre a tesoura da capa, já achava que não tinha nenhuma relação com a história, mas isso é algo que só descobrimos perto do final. Harry Potter e Pokémon também são bastante citados no livro, juro.

Um livro que fica na nossa memória mesmo depois de muito tempo lido, nos fazendo passar por dilemas durante a leitura, sobre hipnose, mídia e preconceitos e pensar em como tudo poderia ter sido diferente. Livro recomendado para os fãs do gênero!


"- Depois disso vem o que é chamado de indução - prossegue Erik. - Introduzo uma espécie de comando oculto no que digo e levo o paciente a imaginar lugares e acontecimentos simples. Sugiro um passeio por seus pensamentos, cada vez mais longe, até que sua necessidade de controlar a situação praticamente desaparece. É mais ou menos como ler um livro e ficar tão empolgado que se perde a consciência de estar sentado lendo." - pg 63